sábado, 13 de outubro de 2012

Filho

Agora que você nasceu eu entendi que você sempre existiu, e sempre existirá.

sábado, 29 de setembro de 2012

Pensar em existir...

Pensar é existir, sim! Somos quando pensamos. Quando pensamos ser ou não ser, somos. Sendo que somos a nossa única prova da existência de nós mesmos.


Tudo é sempre voltado a si quando se refere ao ego. Mesmo a vontade de ajudar ao próximo, aliás, mesmo a vontade de se desprender do ego é vontade do ego. O ego é o que somos, é a existência além de qualquer ilusão, de qualquer sentimento, de qualquer sentido do corpo. Além de qualquer delírio, de qualquer sonho, de qualquer pensamento fugitivo. Só existe o ego e nada mais. Eckrhart Tolle diz que temos que renunciar ao ego. Tal coisa é vaidade do ego dele, tal coisa tem o nome de suicídio. A não existência do nome para todas as coisas é uma verdade, é uma tarefa de limpeza para a mente, mas a não existência do nome para as coisas materiais não substitui a existência da identificação com o ego, por exemplo. Mesmo um texto como este, tentando explicar caprichos do ego, é uma tarefa elaborada pelo ego de quem vos escreve, que alías, nada mais é o que seu mesmo ego.

Novamente, somos a nossa única prova de nossa existência.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Dead Meat

Fica a dica: Você pode assistir ao filme Friendly Fire clicando nas sugestões das músicas/clipes do Sean Lennon que se seguirá ao fim deste vídeo.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

não precisa me amar (boa canção)

Fica a sugestão, para quem ainda não conhece.

sábado, 16 de junho de 2012

Two of us

Retirado de: in-constance.blogspot.com

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Me encontro preso à pior espécie de prisão, pior do que a que eu acreditava ser a pior, pior que a prisão do tempo. 

Estou preso à prisão da utopia de liberdade. A tão venerada verdade, inalcançável e impossível liberdade.


domingo, 13 de maio de 2012

Recriando Caetano

Onde queres caducos sou mulheres
Onde queres meu samba, rock and roll
Quando queres abrigo sou sem-teto
Quando queres bisnetos, bisavô
E se queres o nobre, vagabundo
E se queres Raimundos sou pudor
Me querendo te queres ao avesso
Nos versos de quem já foi trovador

Onde tens liberdade sou apego

Onde tens a vingança sou amor
Se quiseres a morte sou barriga
Se quiseres o breu eu sou a luz
Onde queres tamanho, japonês
Onde queres malaco sou mané
Onde queres cidade sou o campo
Quando fostes, ides q'eu já voltei

Ah! O que sou? Não direi.

Ah, quem eu sou, o que sou...

O que queres não quero nem em dobro

Pro teu sim o meu ene á ó tio
Onde queres água eu sou a sede
Sedes fome pois sou o seu fastio
E onde tens a doença sou saúde
Onde tens revólveres, violão
Onde tens a certeza, confusão
Falando pela voz desse rapaz

Ah! O que sou? Não direi.

Ah, quem eu sou, o que sou...

Rafael Oliveira