Retirado de: in-constance.blogspot.com
sábado, 16 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Recriando Caetano
Onde queres caducos sou mulheres
Onde queres meu samba, rock and roll
Quando queres abrigo sou sem-teto
Quando queres bisnetos, bisavô
E se queres o nobre, vagabundo
E se queres Raimundos sou pudor
Me querendo te queres ao avesso
Nos versos de quem já foi trovador
Onde tens liberdade sou apego
Onde tens a vingança sou amor
Se quiseres a morte sou barriga
Se quiseres o breu eu sou a luz
Onde queres tamanho, japonês
Onde queres malaco sou mané
Onde queres cidade sou o campo
Quando fostes, ides q'eu já voltei
Ah! O que sou? Não direi.
Ah, quem eu sou, o que sou...
O que queres não quero nem em dobro
Pro teu sim o meu ene á ó tio
Onde queres água eu sou a sede
Sedes fome pois sou o seu fastio
E onde tens a doença sou saúde
Onde tens revólveres, violão
Onde tens a certeza, confusão
Falando pela voz desse rapaz
Ah! O que sou? Não direi.
Ah, quem eu sou, o que sou...
Rafael Oliveira
Onde queres meu samba, rock and roll
Quando queres abrigo sou sem-teto
Quando queres bisnetos, bisavô
E se queres o nobre, vagabundo
E se queres Raimundos sou pudor
Me querendo te queres ao avesso
Nos versos de quem já foi trovador
Onde tens liberdade sou apego
Onde tens a vingança sou amor
Se quiseres a morte sou barriga
Se quiseres o breu eu sou a luz
Onde queres tamanho, japonês
Onde queres malaco sou mané
Onde queres cidade sou o campo
Quando fostes, ides q'eu já voltei
Ah! O que sou? Não direi.
Ah, quem eu sou, o que sou...
O que queres não quero nem em dobro
Pro teu sim o meu ene á ó tio
Onde queres água eu sou a sede
Sedes fome pois sou o seu fastio
E onde tens a doença sou saúde
Onde tens revólveres, violão
Onde tens a certeza, confusão
Falando pela voz desse rapaz
Ah! O que sou? Não direi.
Ah, quem eu sou, o que sou...
Rafael Oliveira
sábado, 14 de abril de 2012
Rock
Com prazer lhes apresento a banda Caravana numa formação urgente, inesperada, espontânea.
A Caravana te faz viajar num misterioso passeio mágico, basta você fazer como disse Paul McCartney, deixar ela penetrar sua pele. Essa formação durou um dia, mas a banda é eterna em meu ser, tá gravada no núcleo de cada célula que compõe meu corpo.
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Viaje nesta caravana mais uma vez:
Rock.
Mais rock:
http://www.youtube.com/watch?v=1JcBFKFAJvk&feature=relmfu
http://www.youtube.com/watch?v=ZYXEVxYwM5g&feature=relmfu
sexta-feira, 13 de abril de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Branco
E ao olhar para frente vejo apenas páginas em branco. Nenhum esboço, nenhum rascunho, nenhuma rasura... Só a infinita página em branco, branca como os olhos de um cego. E se fez esse olhar no cair da noite, hoje, no cair do astral, no lado escuro da lua, no melancólico da vida.
sexta-feira, 2 de março de 2012
pensado por . constance .
. assim tão perto .
.
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às vezes estamos assim tão perto que somos capazes de esquecer o quanto amamos. somos seres humanos, por tantas vezes tão desumanos. dormimos e acordamos juntos, nos quisemos durante tantas vezes assim ao lado, bem perto e ao redor, mas não damos o devido valor. temos um ao outro do lado de dentro. e temos o lado de dentro um do outro. e apesar de tudo que possa acontecer, temos o outro de forma digna e leal, como quem nunca estará só na vida. temos fidelidade, amizade, compaixão, união e a certeza de que nos amamos, mas mesmo assim esquecemos de tudo quando pensamos em coisas tão pequenas e mesquinhas do dia-a-dia. somos o outro em diversas situações e até nos esquecemos de quem somos. quem éramos antes de estarmos aqui? o que nos tornamos? saberemos viver novamente sozinhos? de tanto nos querermos, misturamos nossos dias e nossas coisas. por vezes adormecemos como se ainda estivéssemos em duas camas, justamente porque não lembramos que aquele momento é simples, mas especial. por tudo isso, sinto piedade de nós, que de tanto ter, deixamos de ter todas as coisas e pessoas que amamos. e mesmo assim passaremos a vida querendo mais de tudo ao redor: da própria vida, de nós mesmos, do outro. nada nos bastará até que não tenhamos nada.
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Pensado por . constance .
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