quinta-feira, 26 de julho de 2012

não precisa me amar (boa canção)

Fica a sugestão, para quem ainda não conhece.

sábado, 16 de junho de 2012

Two of us

Retirado de: in-constance.blogspot.com

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Me encontro preso à pior espécie de prisão, pior do que a que eu acreditava ser a pior, pior que a prisão do tempo. 

Estou preso à prisão da utopia de liberdade. A tão venerada verdade, inalcançável e impossível liberdade.


domingo, 13 de maio de 2012

Recriando Caetano

Onde queres caducos sou mulheres
Onde queres meu samba, rock and roll
Quando queres abrigo sou sem-teto
Quando queres bisnetos, bisavô
E se queres o nobre, vagabundo
E se queres Raimundos sou pudor
Me querendo te queres ao avesso
Nos versos de quem já foi trovador

Onde tens liberdade sou apego

Onde tens a vingança sou amor
Se quiseres a morte sou barriga
Se quiseres o breu eu sou a luz
Onde queres tamanho, japonês
Onde queres malaco sou mané
Onde queres cidade sou o campo
Quando fostes, ides q'eu já voltei

Ah! O que sou? Não direi.

Ah, quem eu sou, o que sou...

O que queres não quero nem em dobro

Pro teu sim o meu ene á ó tio
Onde queres água eu sou a sede
Sedes fome pois sou o seu fastio
E onde tens a doença sou saúde
Onde tens revólveres, violão
Onde tens a certeza, confusão
Falando pela voz desse rapaz

Ah! O que sou? Não direi.

Ah, quem eu sou, o que sou...

Rafael Oliveira


sábado, 14 de abril de 2012

Rock


Com prazer lhes apresento a banda Caravana numa formação urgente, inesperada, espontânea.
A Caravana te faz viajar num misterioso passeio mágico, basta você fazer como disse Paul McCartney, deixar ela penetrar sua pele. Essa formação durou um dia, mas a banda é eterna em meu ser, tá gravada no núcleo de cada célula que compõe meu corpo.



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Viaje nesta caravana mais uma vez:


Rock.
Mais rock:
http://www.youtube.com/watch?v=1JcBFKFAJvk&feature=relmfu
http://www.youtube.com/watch?v=ZYXEVxYwM5g&feature=relmfu

sexta-feira, 13 de abril de 2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

Branco

E ao olhar para frente vejo apenas páginas em branco. Nenhum esboço, nenhum rascunho, nenhuma rasura... Só a infinita página em branco, branca como os olhos de um cego. E se fez esse olhar no cair da noite, hoje, no cair do astral, no lado escuro da lua, no melancólico da vida.