
Rasgue estas paredes, é música, tudo pode para aquele que a usa.
Não fica acanhado, daqui não se pode ver esse seu lado, fica relax.
Esquece de tudo, queima os demônios de dentro, xinga os de fora, espanta.
Joga lixo na sala, planta moeda que nasce, você vive na selva melhor que na cidade.
Mostra sua cara, esconde a intenção, procura um espaço, morre e vive sempre, como ciclo d’água. Não tem fim e nem é nada demais.
Bota isso pra fora que sofrimento é doença, é a doença do momento. Mata como câncer, mata como AIDS mata. É tudo tão grande que não cabe no infinito, estamos vagando em espaço aberto.
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