"E como mal algum, nenhuma percepção nos alcança. Somos as palavras ainda não escritas, a bossa-nova não tocada e o passo não combinado. Somos o tempo dizendo o que se vale realmente a pena viver. Somos a renúncia, o troco, a reviravolta. Somos a paz, a busca do equilíbrio, o aconchego de uma sintonia anunciada pelo desejo de sermos um. Somos a música do bater de pé em cada discussão, a diferença que se encaixa, a divisão que soma. Somos a saudade apertada no abraço de encontro, no abraço de despedida e novamente na chegada. Somos a estória inesperada. A três, ouso dizer que somos singularmente amor."
. Ariane Borges .
doo doo!
ResponderExcluirestou muito orgulhosa de ver um texto meu e sobre nós postado no seu blog.
foi mesmo baseada em "nada de mal nos alcança" que escrevi isso... gostei do título "resposta", hehehe.
=)
que sejamos, a três, singularmente amor.
beijos de sua.
doo.