
Hoje li mais uma vez sobre castelos, reis e rainhas, cavaleiros e servos, sobre a igreja e sobre sua influencia nestes tempos, tempos da Inglaterra medieval. Lendas, mitos, mortes e nomes com números romanos ao lado. É tudo com perfume de glória. Às vezes eu queria estar lá, queria vestir ao menos uma vez aquela armadura, queria fabricar uma espada e com ela lutar em cima de um cavalo. Eu não ia acreditar plenamente no rei nem no bispo, acreditaria mais no cavalo, mas isso ficaria oculto à minha pessoa, pois eu não iria querer morrer.
Eu não ia temer o castigo de Deus, mas de quem pensava que podia falar em nome desta entidade. Eu ia ter meus instintos de hoje e de sempre, em contexto e condição diferentes.
Mas hoje eu ouço uma canção tão agradável de se ouvir, do THE SMITHS, que eu penso em ficar nos tempos de hoje mesmo e quase todos os dias. Sempre existiram pessoas agradáveis, pessoas mentirosas, pessoas lindas, pessoas que encantavam, que eram felizes e otimistas, que eram negativistas e assim por diante, sempre em algum lugar alguém pensou não poder viver sem outro alguém, não importa o século.
Mesmo assim é de encantar pensar na vida nos castelos, nos banquetes, na proteção ao reinado, nos amores que ninguém soube, nos bastardos que ninguém conheceram nem conhecerão, nas punição severas e na abundancia de natureza destas épocas remotas.
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